Já fiz as preces do passado vivo
e desfiz as malas do presente inerte. Uma viagem que nunca se parte e têm uma
partida certeira. Um deleite que nunca se priva e nunca se sabe ao certo a
maneira exata de fazê-lo. Pergunto-me então, onde posso estar. Longe ao ponto
de perder-me, mas no limite da busca válida. Chega de preces, chega de malas.
Pergunto-me então, o que fazer. Assassinar o passado desmerecido e reanimar o
presente concedido. É simplesmente
deixar que tudo seja o que é, sem que haja perca de tempo com aquilo que já
foi, para que aquilo que ainda há de acontecer não passe despercebido e não
seja apenas mais um passado vago.
Thiago Brito

Um comentário:
nada como fazer um anjo de neve!rsr
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