terça-feira, dezembro 14

As cores do branco


Sinto a cor do meu peito
Ouço voz da liberdade em meus punhos
Gosto da alegria dos meus passos
Temo a obscuridade dos meus atos
Revelo o sentido do meu mundo
Revejo meu conceitos atuais
Conserto os defeitos, os ideais
Mergulho numa imensidão de cores
Protejo minha integridade, minha raça
Pluralizo os aspectos, os caracteres
Transformo a humanidade
Pinto-a de branco
Nossa origem, nossa justificativa
Junto todas as cores
E prego a paz necessária
Provo que somos um só
E que um só não faz nada.

Thiago Brito

Um comentário:

Lu Almeida Imoto disse...

"Um galo sozinho não tece uma manhã" ( J. Cabral ) mesmo, não é?

Que poema colorido e metafórico!

Apaixonante!

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