quinta-feira, janeiro 3

Braille

Eu não me reconheci. O meu pudor havia tomado algumas doses de Whisky. Meu corpo suava diferente do normal e minhas mãos não tinham rumo certo. Suas curvas, seus vértices, sua boca. Eu havia aprendido Braille, à meu modo. Cego, se não inebriantemente de amor.

Thiago Brito

Um comentário:

Anônimo disse...

Braille, à "meu" modo!!!

Amo-te

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