sábado, março 3

Um barco, o rio, a correnteza e os ventos

O tempo não perdoa
Nunca perdoou meus erros, nem nunca parou para que eu os consertasse.
Sempre firme me guiou por um caminho árduo.
Talvez eu até diga que sofri, mas logo a irrelevância se apresenta com propósito e posso enxergar que tinha que ser assim. A vida nunca me deu um manual, então eu não estaria sendo justo comigo me contemplando de justificativas martirizadas a respeito de algo que só me favoreceu.
É como birra de adolescente. Já não tem mais graça, nem efeito algum. 
Aceite. O mesmo tempo que vai te fazer chorar é o que trará com força os sorrisos mais sinceros de gratidão e experiência. 
Se fossemos um barco, nossa vida seria um rio, o destino seria a correnteza e o tempo seria os ventos.
Não adianta querer que o barco chegue a lugares que a correnteza não caminha nem para lugares onde para onde os ventos não sopram.
As vezes deixar de remar é a melhor escolha. A correnteza é amiga dos ventos e juntas farão um ótimo trabalho. 
Permita-se.

Thiago Brito   

4 comentários:

Jefferson Reis disse...

Não sei o que comentar, rsrsrsrsr
Estou tão confuso ultimamente.

Mery disse...

Com certeza!
Permita que a vida siga! Se somos um barco, a vida é um rio e não adianta remar contra a correnteza( destino)?...
Ah, vida!
Dá-me uma chance de escolher para onde eu quero ir!
Sim eu posso!
"Lutar e ver o barco chegar... é só acreditar e se Deus der uma ajudinha, melhor ainda.
Desculpa discordar um pouco do texto escrito por ti, mas às vezes temos escolhas, não é?
Beijos, amigo, quero muito tua opinião no meu post, se puderes, é claro. És jovem e vais perceber que podemos sim...escolher o caminho.
Até mais!
Bom domingo!

Thiago Brito disse...

Muito obrigado pelo comentários. Quanto a ti Mery, acho legal sua posição, e concordo totalmente. Considerei sim que o destino é grande ator, no entanto, nós somos os protagonistas e como citei no texto, "As vezes deixar de remar é a melhor escolha.". Nesse texto em si, referi-me à momentos de angustia, tristea e dificuldades, em que muita coisa se põe na cabeça, uma confusão de pensamentos, e é realmente ai que digo que às vezes faz bem parar de remar, mas só por um tempo. Na maior parte, quem guia o barco sou eu, deve ser todos nós.
Grande abraço.

Jefferson Reis disse...

Eu li várias vezes o seu post e me faltam palavras para comentar. Não que eu não concorde, mas é que tenho pensando muito na vida e no viver e me surgiram várias teorias "estranhas".

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