quarta-feira, março 27

Erros e tal

Quantos erros serão suficientes para inexistir essa tal inadimplência? E quando se fará inexistente essa falta de consciência?
Essa mania de displicência da humanidade em certos assuntos é absurdamente lamentável, principalmente quando trata-se de si mesmo. Aprendi desde cedo a sentir o gosto dos meu erros, e sempre que isso me ocorria anotava em algum lugarzinho da mente um detalhe útil merecido de mais atenção. 
Tudo tão quase sempre claro ao nosso redor e em nossas mãos, e não movemos forças suficientes para tornar aquilo certo, verdadeiro, justo, tampouco digno de racionalidade humana. Haverá sempre inadimplência aqui e acolá, e deve, até porque é isso que lapida nossa índole, ou pelo menos deveria ser. Mas quase sempre isso é esquecido. 
Cada um deve ter a consciência de que será sempre frustrada a tentativa de perfeição, de exemplo humano de personalidade, de essência ou coisa do tipo. Pessoas que se julgam exemplos superiormente salvadores da raça humana, já torna-se de antemão uma representação fajuta de desmerecimento. 
Que faça-se, então, bom uso de nossa consciência, que ela exista de fato quando precisar existir e que se faça gloriosa em benefícios para quem a usa corretamente. 
Alguns erros serão sempre repetidos, não adianta. Outros servirão tão logo de trauma para próximos acontecimentos. Desfrute-os.
A forma como você aproveita o teu passado vai abrilhantar ou escurecer o teu presente. Não reclame-se quando as coisas fugirem do controle e não puderes ser mais capaz de provar a relevância de sentir-se alguém de valor. 

Thiago Brito

Um comentário:

jonEs disse...

É, Thiago. Pode-se aprender muito com algumas de nossas atitudes...
Um abraço.

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