E por um lampejo de solidão, a amizade se torna um negócio. O que há com os homens? Andam cegamente equivocados e encarcerados em seu mundinho estreito e covarde, domados por impulsos mesquinhos, doando-se gratuitamente e oferecendo seus sentimentos como trocados elementares. O que há com os homens? Quanto conformismo, quanto orgulho, quanto materialismo, quanto egocentrismo.
Eles parecem ter esquecido que a maestria de ser está alicerçada na simplicidade de sua própria essência, em sua forma mais pura, imutável, plena e cristalina.
O tempo vai passando e disperso nele vai embora o valor de tantas coisas. Por mera aparência tudo se fragiliza, e o que resta é apenas assistir ao espetáculo de completa desmaterialização, como uma folha de papel posta em uma poça d'água, dissolvendo até quase inexistir. Quase, por que o que fica são destroços, restos de si, consequência bruta da falta de relevância e seriedade em suas relações, com o próximo e consigo mesmo. Cada dia é por si só uma lacuna alternativa, uma escolha paralela que integra o hoje ao amanhã, e os fazem ter sentido, juntos.
Não importa o caos que esteja lá fora, não conforme-se com as aparências, orgulhe-se do que você é de fato, materialize sua felicidade e domine os limites do egocentrismo, sem esquecer em momento algum que é a pureza do sentimentos que delineia a envergadura do teu sorriso e a modéstia da razão que te mantém humano.
Thiago Brito
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2 comentários:
Olá.
Belo texto, Thiago... com certeza, nos inspira reflexões.
Meus parabéns e uma boa tarde.
;D
manter-me humana por vezes é a única coisa que peço ao começar um novo dia.
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