Por muito tempo me vi preso às minhas situações, ao presente de fato. O medo me acompanhava por onde quer que eu fosse, e intensificava-se sempre que o novo tentava se aproximar. Mas eu pude enxergar. Não foi difícil, apenas me permiti entender. Há e sempre haverá a necessidade de se compreender a efemeridade dos fatos, das pessoas, dos sentimentos e da vida. Se prender demais não vai nos fazer bem; limite-se a dar valor. Aquilo que amanhã não mais estiver conosco, de verdade, nunca foi nosso. As perdas também nos presenteiam. Elas deixam um vazio, um espaço livre, um terreno fértil para novos florescimentos. E por maior que seja o medo que isso possa nos causar, não se intimide, é apenas mais uma chuva que insiste em alagar a plantação, mas que afinal só vai nos fortalecer. E nos fortalece de tal maneira que, sinceramente, eu não conseguiria explicá-los.
Thiago Brito

2 comentários:
Thiago,
Ao longo do tempo,percebo que a frase de deixar o passarinho livre é real. A melhor espera é quando decidimos ser leves e não criar expectativas.
Lu
Maravilhoso Thiago ... respeitando o ser de cada um sempre.
beijos ***
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