Essas lembranças dormem e acordam comigo. Têm lugar cativo na cama, travesseiro ortopédico e cobertas quentes. Por hora acaricia minha alma, mas às vezes me dilacera as estruturas. E, como um furacão, vem a saudade que me toma o corpo e se manifesta por lágrimas. Sim, eu sei da dor, confesso que dói lançar álcool às feridas.
Mas é assim que as tenho tratado.
Matando primeiramente aquilo que não consigo ver, depois vira anestésico, já nem se sente.
Aos poucos vou diminuindo a dose.
Mas não alimento esperanças de nunca ter que usá-lo.
Thiago Brito

4 comentários:
Adorei a dica, porque o que arde cura, não é? Ficou legal a tua postagem, vou usar o mesmo remédio pra aliviar as minhas dores de amor; me visita, quando puderes, vais gostar e podes acrescentar um comentário bem legal, apimentado"; como eu fiz, coloquei uma pimentinha no conto "Desespero de Amor".
Beijos.
A saudade nunca nos deixa de fato.
beijos ***
As vezes pra se chagar a cura temos que passar primeiro pela dor!
Se eu um dia aparecer queimado, já podem sabes saber o motivo!
Muito bom mano! Muito bom!
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