Sou quociente prolixo duma equação desordenada
A mais pura e alótropa das figuras humanas
A razão desfigurada de um passado de feitorias
De um presente de intentos
De um futuro de sonhos
Sou um todo
Um tanto insolúvel
No entanto maleável
Sou das torres de cartas a mais firme
Ao mesmo tempo a mais frágil
Sou o ouro imantado de significados
Sou o próprio significado em busca de sentido
Talvez o sentido mais fúlgido
Dos incertos, o mais destemido
À procura de rumores inatos
De fatores revogados
De amores escondidos.
Thiago Brito

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